Comitês e Outras Políticas

    Companhia possui três comitês:

    Gestor do Plano de Opções de Ações da Companhia

    Este comitê tem como atribuição gerir e administrar o Plano de Opção de Ações da Companhia, observados os termos e as condições básicas do Plano de Opção e as diretrizes fixadas pelo Conselho de Administração da Companhia. Foi criado em 23 de maio de 2007, através de uma Reunião do Conselho de Administração. É formado por três membros, Sr. Eduardo Silva Logemann, presidente do Conselho de Administração, Sr. Jorge Luiz Silva Logemann, Vice-presidente do Conselho de Administração e pelo Sr. Aurélio Pavinato, Diretor Presidente.

    Comitê de Política de Divulgação das informações da Companhia

    O Comitê de Política de Divulgação das informações da Companhia foi instalado em 25 de julho de 2007, com eleição de novos membros em 12 de maio de 2010. O objetivo deste comitê é assegurar a ampla disseminação e qualidade das informações colocadas á disposição do mercado, assim como pela prática dos processos e controles de divulgação. Atualmente é composto por cinco membros, Sr. Eduardo Silva Logemann, Presidente do Conselho de Administração, Sr Jorge Luiz Silva Logemann, Vice-presidente do Conselho de Administração, Sr. Aurélio Pavinato, Diretor Presidente, Sr. Ivo Marcon Brum, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores e pelo Sr. Frederico Logemann, Gerente da área de Relações com Investidores.

    Comitê de Gestão de Riscos

    O Comitê foi criado para gerenciar e implantar a política de Gestão de Riscos de mercado, no âmbito de controle da margem EBITDA. É composto por dois membros o Sr. Aurélio Pavinato, Diretor Presidente, e pelo Sr. Ivo Marcon Brum, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores,. Este comitê foi criado pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 30 de julho de 2008 e em 12 de maio de 2010.

    13/08/2008 Política Ocupacional e Sócio-Ambiental (1,42 Mb)
    10/07/2007 Política de Divulgação de Ato ou Fato Relevante (78 Kb)
    23/05/2007 Plano de Opções (2671 Kb)
    26/03/2007 Política de Negociação (162 Kb)
    29/04/2015 Programa de Ações Restritas (419 Kb

    Os riscos de mercado para os quais se busca proteção

    A Política de Gestão de Risco de Mercado da SLC Agrícola tem como abrangência o controle da Margem Operacional. Para tanto, são estudados os efeitos das variáveis de mercado que afetam o resultado da companhia, tais como:

    •   taxa de câmbio (Real/Dólar);
    •  preços das commodities produzidas (Algodão em Pluma, Soja, Milho e/ou outras);

    O Comitê Operacional de Gestão de Risco segue a Política de Gestão de Risco de Mercado de forma a assegurar que a companhia não assuma compromissos futuros em operações de hedge que não possam ser honrados.

    Para a obtenção deste objetivo, estabelecem-se variáveis de controle e relatórios periódicos gerados pelas Áreas Financeira e de Vendas, de modo a garantir a obediência aos limites estabelecidos.

    Adicionalmente, a Política de Gestão de Risco faz inferências quanto ao monitoramento da exposição à moeda estrangeira (USD) do fluxo de caixa e da posição contábil da Companhia.

    A estratégia de proteção patrimonial (hedge)

    A estratégia de proteção cambial possui limites e Controles. Esses limites definidos e praticados na política de hedge tem como objetivo o controle das variáveis de mercado que impactam o resultado da companhia e assim prover a manutenção da Margem Operacional nos níveis adequados definidos pelo Conselho de Administração.

    Os instrumentos utilizados para proteção patrimonial (hedge)

    Os instrumentos de derivativos elegíveis para implementação das operações de hedge são:

    • Contratos de Swap (BM&F e CETIP);
    •  Contrato a Termo de moeda (NDF);
    •  Contrato futuro de moeda (BM&F);
    • Contrato futuro de Soja (CBOT);
    • Contrato futuro de Algodão em Pluma (NYBOT – ICE);
    • Contrato futuro de milho (CBOT e BM&F);
    • Contratos de opções plain vanilla (bolsa e balcão)
    • Contratos de Dívida em Dólar.

    Operações que não façam parte da listada, deverão ser aprovadas pelo Comitê Operacional de Gestão de Riscos que deverá observar os seguintes itens:

    • Metodologia de cálculo do valor de mercado (valor de reposição) da operação;
    • Fluxo de caixa da operação;
    • Impacto nos limites;
    • Spread financeiro (margem) cobrado pelas instituições financeiras para contração da operação;
    • Possibilidade de apreçamento pela instituição financeira vendedora diariamente;
    • Metodologia de tributação e contabilização da operação;
    • Análise do risco de crédito/limites (rating da contraparte);
    • Prazo e vencimento da operação

    Os parâmetros utilizados para o gerenciamento desses riscos

    Para cada variável de mercado, após a construção de seu mapa de exposição líquida conforme definições acima, são definidos limites mínimos e/ou máximos de exposição ao longo dos 3 (três) exercícios, visando garantir a Margem Operacional estabelecida.

    Ficam definidos os valores de máximo e mínimo de manutenção do nível de hedge que deverão ser observados e mantidos pelo Comitê Operacional de Gestão de Riscos. As áreas Financeira e de Vendas executam as operações, seja com instrumentos de derivativos ou comerciais, de forma a garantir a manutenção das porcentagens de hedge, sempre observando o horizonte de tempo de 3 (três) exercícios. Os percentuais estabelecidos são aplicáveis ao início de cada trimestre da análise conforme tabela.

    Proteção Aceitável
    Variáveis Trimestre da análise 1ºT (%) 2ºT (%) 3ºT (%) 4ºT (%)
    Ano Fiscal
    Algodão Máximo 80 50 20 90 60 30 100 70 40 100 80 45
    Mínimo 50 0 0 55 15 0 60 25 0 75 40 0
    Soja Máximo 75 35 10 90 50 15 100 60 20 100 70 25
    Mínimo 40 0 0 45 10 0 50 30 0 60 40 0

    No início de cada trimestre da análise o Comitê Operacional de Gestão de Riscos observa simultaneamente as porcentagens de proteção para o ano em vigência (1o ano de exercício) e para os anos subsequentes (2o e 3o ano de exercício).

    Para enquadramento dos limites propostos são considerados exposições acumuladas de todo o ano civil.

    Para as commodities, as vendas utilizando instrumentos de derivativos com liquidação exclusivamente financeira não podem ultrapassar o limite máximo de 35%, considerando o risco das alavancagens (multiplicadores) e as posições liquidas das estruturas com opções do total da produção a realizar no período.

    Cabe chamar atenção que para a variável taxa de câmbio, as operações para proteção a exposição à moeda estrangeira (dólares) deverão ser executadas assim que os preços das commodities que gerem tal exposição sejam conhecidos respeitando-se o limite máximo de 80% antes da colheita.

    A estrutura organizacional de controle de gerenciamento de riscos de mercado

    A estrutura organizacional de controle de gerenciamento de riscos de mercado

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